Resenha Crítica de Livro: Lua Azul (Série Os Imortais)

Estou preparando uma novidade, e agora que meu bebê já está maiorzinho, acho que conseguirei colocá-la em prática. Espero que consiga estreá-la com o término da série Os Imortais, que está na reta final. Não é tão novidade para muita gente que já é profissional, mas pra mim, sim. É um adendo aos meus temas do blog. Espero que dê certo e que vocês gostem. Hoje, vou dar continuidade à minha avaliação da série Os Imortais. Confira minha avaliação do primeiro livro, Para Sempre. E agora quero explanar minha opinião sobre o segundo, Lua Azul.

Sinopse: A adolescente Ever é agora uma imortal, como seu grande amor Damen, e depois de enfrentar muitos obstáculos, incluindo a tentativa de um inimigo de destruir a inocente mocinha, ambos estão livres para saborear para sempre todo o seu amor. Mas como esse é somente o segundo de uma série de seis livros, é claro que ainda tem muita coisa grossa pela frente. No livro Lua Azul, Damen é dominado por algum tipo de magia que faz com que ele aja de uma forma muito estranha. Essa estranheza começa justamente na noite em que Ever e Damen vão se amar como nunca, depois de seiscentos anos de espera. Depois dessa noite, Damen começa a agir como um típico mauricinho de segundo grau que só quer zoar com as gatinhas. Ever sabe que isso não é normal e começa a correr para descobrir o que está rolando, e tem certeza absoluta que esse feitiço está relacionado à presença de um novo colega de classe, Roman, que aparenta para todo mundo, ser o cara mais descolado e gente boa que existe, exceto para Ever, claro. Depois de muitas visitas a um lugar mágico chamado Summerland, Ever descobre que tudo pode ser revertido se ela fizer uma magia durante a Lua Azul, quando a lua se torna mítica. Mas isso acontece somente em um espaço de cinco anos, e ela está prestes a acontecer, então, será que Ever conseguirá correr contra o tempo para salvar seu grande amor desse mal que o está dominando? Para isso, ela precisará da ajuda das irmãs gêmeas, Riley e Romy, que se tornaram vitais para o progresso de Ever nessa nova vida, e também de Ava, uma médium que, mesmo a contragosto de Ever, acaba sendo uma peça essencial para desvendar os mistérios da dimensão espiritual. 

Crítica: Estou em dúvida se falo exatamente o que penso do livro com receio de melar meus outros posts, então, vou tentar amenizar meus comentários. Aparentemente, a autora Alyson Noël tentou inventar seis empecilhos diferentes para os seis volumes. Até aí tudo bem. O problema é aguentar Ever até lá.  Neste em particular, ela parece estar regredindo, ao invés de evoluir. E Damen, como um bom namorado loucamente apaixonado, deixa passar qualquer burrada da menina. A autora não quer que os pombinhos fiquem juntos de jeito nenhum, então, ela inventa mais uma desculpa para adiar a lua-de-mel dos apaixonados. Deu por aí. Vou dizer o que achei do terceiro livro logo no próximo post. Não quero dar muito parecer em um único volume, por isso, vou deixar para fazer uma crítica geral no livro Infinito, quando a história acabar de vez. Mas até esse segundo volume, o negócio não melhorou muito. Aliás, até desanimou um pouco. Até mais!

Minha Nota: 6,0

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